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sexta-feira, 23 de abril de 2010

"Do you know Benedict XVI?"

"Do you know Benedict XVI?". Você conhece Bento XVI? Com pouco mais do que quatro traços, um grupo de estudantes universitários espanhóis desenharam a vida do Papa neste vídeo de 5 minutos.

Veja aqui

Opus Dei

A formação espiritual que o Opus Dei oferece complementa o trabalho que realizam as igrejas locais. As pessoas que se incorporam ao Opus Dei continuam sendo fiéis da diocese a que pertencem.

                               (Pessoas dos cinco continentes na Beatificação de São Josemaria Escrivá.)

O Opus Dei foi fundado em 1928. Em 1941, recebeu a aprovação do Bispo de Madri e em 1947, da Santa Sé. Desde 1982, é uma Prelazia pessoal da igreja Católica
O Concílio Vaticano II criou a figura jurídica das prelazias pessoais para permitir a realização de missões pastorais específicas. As prelazias pessoais fazem parte da estrutura hierárquica da Igreja. São compostas por leigos e sacerdotes que, sob a autoridade de um prelado, cooperam organicamente para levar a cabo a missão própria da prelazia.

A atividade do Opus Dei resume-se à formação dos fiéis da prelazia para que realizem - cada um no seu próprio lugar na Igreja e no mundo - uma atividade apostólica multiforme, promovendo ao seu redor o ideal da chamada universal à santidade.

Em todo o mundo, a tarefa apostólica dos membros da prelazia – como a de muitos outros fiéis católicos – pretende uma vivificação cristã que, com a graça de Deus, se faz notar nas paróquias e nas igrejas locais: conversões, uma maior participação na Eucaristia, uma prática mais assídua dos demais Sacramentos, a difusão do Evangelho em ambientes às vezes afastados da fé, iniciativas de solidariedade para com os mais necessitados, colaboração em catequeses e em outras atividades paroquiais, cooperação com organismos diocesanos, etc.

Este apostolado das pessoas do Opus Dei desenvolve-se no marco do carisma específico da prelazia: a santificação no trabalho e nas realidades da vida corrente.

As autoridades do Opus Dei cuidam de promover a união de todos os fiéis da prelazia com os pastores das dioceses, procurando especialmente que aprofundem no conhecimento das disposições e orientações dos bispos diocesanos e da Conferência Episcopal, de modo que cada um deles as leve à prática, de acordo com as suas circunstâncias pessoais, familiares e profissionais

Em virtude do caráter exclusivamente espiritual da sua missão, a prelazia não intervém nas questões temporais que dizem respeito aos seus fiéis. Cada um deles atua com completa liberdade e responsabilidade pessoais.

Os Estatutos estabelecem que, quanto à atuação profissional e às doutrinais sociais, políticas etc., cada um dos fiéis da prelazia, dentro dos limites da doutrina católica sobre a fé e os costumes, tem a mesma plena liberdade que os outros cidadãos católicos. As autoridades da prelazia devem abster-se totalmente até mesmo de dar conselhos nessas matérias.

A Igreja é imaculada e indefectível

Após cada campanha de ataques contra ela, a Igreja sempre aparece mais forte e esplendorosa do que antes.

Mons. João Scognamiglio Clá Dias, EP

A saraivada de notícias que, nas últimas semanas, tenta macular a Igreja Católica, tomando por motivo abusos de crianças cometidos por parte de sacerdotes católicos, atinge um clímax inacreditável.

Decididos a não deixar morrer a fogueira que acenderam, vários órgãos de comunicação social têm se dedicado a investigar o passado, à procura de novas alegações que envolvam o Vigário de Cristo na Terra, o Papa Bento XVI, no que, aliás, têm falhado rotundamente.

Que haja padres despreparados e indignos, ninguém o pode negar; que abusos horríveis foram cometidos, e certamente até em número superior ao registrado, é preciso reconhecer. Mas utilizar falhas gravíssimas, mas circunstanciais, relativas a uma minoria de clérigos, para enxovalhar toda a classe sacerdotal é uma injustiça. E usar isso como pretexto para tentar derrubar a Igreja é diabólico.

Aliás, quanto mais o espírito libertário, relativista e neopagão de nossa época se infiltra na Igreja, tanto mais é de temer que aconteçam crimes de pedofilia. Daí mesmo a necessidade de implantar nos seminários um sistema rigoroso de seleção, de modo a só admitir como candidato ao sacerdócio quem não tenha a propensão de pactuar com o mundo, mas queira ensinar a prática da doutrina católica em toda a sua pureza e dar o exemplo.

A atual campanha publicitária contra a Igreja faz-nos esquecer uma verdade da qual a história nos dá um inequívoco testemunho: foi a Igreja Católica que livrou o mundo da imoralidade, e é porque está rejeitando a Igreja que o mundo tem afundado novamente no lodo do qual foi resgatado.


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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Menino ensina o que fazer diante um obstáculo

O que você faz quando surge um problema? Quando surge uma árvore no meio do seu caminho? Não desista diante um problema, tire-o da frente! Dê o primeiro passo...


quinta-feira, 1 de abril de 2010

“Igreja não nega, e lamenta os males causados”, diz arcebispo de São Paulo

Em entrevista dada ao jornal arquidiocesano “O São Paulo”, cardeal Dom Odilo Pedro Scherer fala sobre os escândalos que envolveram a instituição nos últimos tempos e declara que a Igreja não acoberta crimes

O arcebispo de São Paulo, cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, concedeu, ontem, entrevista ao jornal da arquidiocese, "O São Paulo", na qual comenta as recentes notícias envolvendo casos de abuso praticados por padres e bispos da Igreja.


O prelado afirma que os católicos devem ter senso crítico diante de tantas notícias negativas sobre a Igreja e manter sua confiança na instituição. Dom Odilo declara também que, ao contrário do que vem sendo acusada, a Igreja não nega, elamenta os males causados a outros e a ela própria por membros dela. "A Igreja não ensina a cometer crimes, não os aprova e não os acoberta e deixa claro que cada um deve responder pelos seus atos perante Deus e a lei dos homens também", diz.

Sobre as acusações contra o Papa Bento XVI, o arcebispo de São Paulo é veemente em assegurar que elas são "forçadas e instrumentalizadas", em função de intenções não declaradas. Para Dom Odilo, existe uma ação orquestrada para de modo forçado responsabilizar o Papa por todos esses males.

O cardeal afirma que é injusta a generalização dos crimes cometidos por alguns a toda Igreja e a cada padre. Segundo o arcebispo, é próprio da realidade da Igreja que o bem de um membro seja o bem de todo o corpo e o mal de cada um seja sentido por todos também, mas lamenta o fato de que prefiram lançar todos os faróis sobre os males, passando a impressão de que toda a Igreja está mergulhada em um mar de lama. "Toda pessoa bem intencionada sabe que não é assim", declara.

No entanto, para Dom Odilo, a Igreja deve reconhecer que, quando apontam seus "defeitos" ou de seus integrantes, é "porque esperam dela e de cada um de seus membros comportamento e atitudes que deixem claros e perceptíveis os altos valores e ideais que ela prega e nos quais ela crê", conclui.